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Você já parou pra pensar que existe uma profissão nascendo bem debaixo do seu nariz, e ninguém colocou ela em nenhum guia de carreira?
Pois é, ela nasce atrás da tela do mestre de RPG!
Deixa eu te contar uma coisa, e vou ser direto contigo: durante anos eu mestrei de graça achando que cobrar pela minha mesa era quase falta de educação. "Isso é hobby, Bini, quem é você pra cobrar por isso?" A boa e velha síndrome do impostor sentada na cadeira do lado, rolando os dados contra mim. Aposto que você, que também mestra, já sentiu esse mesmo frio na barriga. Não é mesmo?
Porém, eu já sabia que tinha gente que mestrava cobrando e já tinha visto gente cobrando para narrar em eventos corporativos, festas e tal. Por isso, é muito importante trazer para você, uma verdade: alguma coisa mudou! E mudou para melhor.
O número que muda a conversa
O MesaQuest já repassou mais de R$300 mil aos mestres! Isso mesmo, são mestres sendo remunerados para narrar RPG.
Trezentos mil reais que saíram do bolso de jogadores apaixonados e foram parar na mão de quem conduz as histórias. Não é uma promessa, não é projeção de pitch de vendas. É moeda que já caiu na conta de mestres cadastrados.
E olha que loucura: o mestre finalmente ganha XP de verdade pelo XP que passa a vida inteira dando pros outros.
Calma, que o MesaQuest não te paga
Antes que alguém entenda errado, deixa eu esclarecer, porque isso aqui importa muito: o MesaQuest NÃO paga o mestre. A gente é a ponte que conecta mestres e jogadores, com perfis similares, através da nossa ferramenta de mathmaking.
Funciona assim: O jogador paga pela mesa e a gente cuida de todo o caminho no meio, do encontro certo ao agendamento, do pagamento à avaliação, e repassa o valor pro mestre. O dinheiro é do mestre, pelo trabalho do mestre. A gente só recebe uma taxa para tira os monstros do caminho.
Parece detalhe, mas não é. Durante MUITO tempo, mestrar por grana no Brasil dependia de um acerto meio torto no grupo de WhatsApp, publicação no grupo de facebook, tentativa de aparecer nos Discords. Sem estrutura, sem garantia, com aquele "quanto eu cobro?" travado na garganta e o "será que vão me pagar?" martelando na cabeça. Você conhece essa cena, né?
O que a gente construiu foi o oposto disso: um lugar onde o mestre é tratado como profissional. Porque ele é!
Tem gente vivendo disso. De verdade.
Número é bonito, porém quem dá alma pra ele são as pessoas.
Tem mestre tirando mais de R$7 mil por mês conduzindo mesa na plataforma. Sabia disso? Além disso, tem gente que fechou outro negócio pra se dedicar só ao RPG, apostando a ficha inteira no jogo como carreira. E cada uma dessas histórias começou exatamente igual: uma primeira mesa comissionada, o coração batendo forte, e aquele "será que dá certo?".
Deu.
E tem um padrão no meio disso que me emociona um pouco: A maioria das mesas que começam no MesaQuest são campanhas. Aquelas que voltam toda semana ou quinzena, com o mesmo grupo, na mesma história. Sabe o que isso quer dizer? Que o brasileiro não quer só uma partida solta. Ele quer constância, quer pertencer, quer VOLTAR. E é essa regularidade que transforma um mestre bom num mestre com carreira. É o que mostra o sucesso do MesaQuest.
O que move a gente
Meu sócio Leonardo Dutra, CEO do MesaQuest, resumiu isso de um jeito que ficou grudado na minha cabeça:
"Sempre houve um talento enorme escondido nos mestre. O que faltava era um caminho pra transformar esse talento em profissão. Quando alguém nos diz que hoje vive de mestrar, a gente entende que o MesaQuest não está apenas conectando mesas, está mudando a vida das pessoas."
E é exatamente isso que nos tira da cama de manhã. A gente não entrega só jogador pro mestre. A gente ajuda ele a construir um negócio. Porque mestrar bem é uma coisa, viver disso é OUTRA, e é bem nesse ponto que a maioria trava.
Da paixão ao profissionalismo: o MesaQuest Academy
Talento atrai jogador. Porém, carreira exige método.
Foi por isso que a gente lançou a MesaQuest Academy (que, pra quem é da antiga, é a evolução da nossa Academia de Mestres, agora focado em profissionalizar, não só em narrar). Ali a gente vai muito além da técnica de narração e entra naquilo que quase ninguém te ensina: como estruturar a sua mesa, como se posicionar, como precificar o seu trabalho sem culpa e como construir uma base fiel de jogadores. Curso e encontros, mestre calejado dividindo estrada com quem tá começando agora.
O Academy é a peça que liga o "eu amo mestrar" ao "eu vivo de mestrar". Faz sentido pra você?
Assim no jogo, assim na vida
E aqui vai a parte que você já sabia que ia chegar, porque comigo sempre chega.
Mestrar nunca foi só sobre regra, dado e ficha. Sempre foi sobre criar um espaço onde outras pessoas vivem coisas que não viveriam sozinhas. Isso é raro. Posso dizer que é valioso, não é mesmo? E o mundo demorou, mas finalmente começou a colocar valor onde sempre teve. A gente mesmo, finalmente viu esse valor e investe para que isso chegue para mais pessoas. É a explosão da Chama Verde alcançando novos ares.
A gente passa anos achando que aquilo que faz de melhor "não conta", que é só brincadeira, que não dá pra viver disso. Até o dia em que alguém constrói a ponte e você percebe que o seu maior hobby sempre foi uma main quest esperando você aceitar.
Agora, seu turno
Deixa eu te fazer o convite.
Se você mestra e sempre sonhou em transformar isso em algo maior, o caminho existe, e ele começa numa mesa. Cria a sua conta no MesaQuest e bora colocar a sua ficha na mesa (sinta-se à vontade pra dar uma fuçada, sem compromisso nenhum).
E se você joga, saiba que cada mesa sua sustenta essa profissão nova e fortalece essa comunidade que a gente constrói junto.
Toda grande história precisa de um bom mestre. Agora, ser esse mestre também pode ser a sua profissão.
Seu turno! Me conta lá no meu DM no insta @mestrebini se você já pensou em viver de mestrar.
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